09 junho 2009

Eleições Europeias

Misses, príncipes, antigos pilotos de rally e até padres. Variedade é o que não falta entre as nove mil candidaturas ao Parlamento Europeu. Vale tudo para agitar o eleitorado.

Elena Basescu


Ex-modelo, capa de revista, líder de juventudes partidárias, a filha mais nova de Traian Basescu, a quem chamam a Paris Hilton da Roménia, por gostar muito de festas.

Quer defender os interesses dos romenos no Parlamento Europeu.





Partido Pirata sueco consegue representação no Parlamento Europeu.

O Partido Pirata, criado em Janeiro de 2006 pelo empresário de informática Rickard Falkvinge, foi o quinto partido mais votado pelos eleitores suecos, conquistando 7,4% dos votos e um lugar no Parlamento Europeu, depois de ter sido o principal protagonista da campanha eleitoral graças ao apoio popular conquistado na sequência de um processo judicial contra o portal sueco de partilha de ficheiros "Pirate Bay", cujos responsáveis foram condenados em Abril a um ano de prisão.


Rachida Dati


Ministra francesa da Justiça, de 43 anos, símbolo de emancipação, uma dos 12 filhos de um casal argelino-marroquino e, agora, mãe solteira (não se sabe quem é o pai; durante algum tempo especulou-se ser o antigo primeiro-ministro espanhol, José María Aznar, agora fala-se de François Sarkozy, o irmão do próprio presidente francês).








Dieudonné M’Bala M’Bala

Chamado de antissemita e racista, ele foi candidato ao Parlamento Europeu, pelo Partido Anti-Semita Francês. Ex-militante de esquerda, ele agora é comparado a Jean-Marie Le Pen. Segundo entrevista dele neste mês, quando anunciou sua candidatura na eleição europeia, existe na França um sistema sionista. “São os escravagistas. Precisamos nos libertar”, disse, concluindo que o sionismo “gangrena a França. É um perigo”.
Com 1,5% dos votos não conseguiu ser eleito.



Jean-Marie Le PenPresidente da Frente Nacional, com 81 anos, foi eleito com 7% dos votos em França. Defendeu que as câmaras de gás na 2ªGuerra Mundial foram apenas um detalhe.



Bárbara Matera

Das 25 jovens mulheres que foram escolhidas pelo primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi para concorrer nas eleições européias pelo seu partido, o conservador Povo da Liberdade (PDL), apenas uma foi mantida na disputa.

Berlusconi teria justificado a indicação de Matera por ela ter formação universitária em Ciência da Educação. Segundo ele, o estudo é fundamental para a formação de um candidato. Barbara Matera, ex-candidata a Miss Itália que atualmente trabalha como modelo e atriz, com 28 anos, que sonhava ser bailarina, acabou na política e confessou a falta de preparação.

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